25.11.15

#Textos: todo bom amigo! (2)


Era férias. Viajei com meus pais de carro e estava chegando na cidade. Foram quase 30 dias fora e eu estava com muita saudade da minha turma. Nem havia descido do carro quando já estava com o celular na mão, discando para uma grande amiga. Não foi "oi, tudo bem?", foi "cheguei!". A resposta foi mais ainda não direta. Não houve "o que vamos fazer?" ou "está afim de sair?", foi logo um "vamos na casa de um amigo que fizemos nas férias, se arruma que daqui há pouco eu e o Celo estamos chegando ai". E chegaram, e fomos na casa do novo amigo. E teve música, e teve bebida, e teve carne assada e teve risadas, muitas risadas. A casa, palco ainda de muitas outras churrascadas, risadas e histórias.

Era aniversário de um grande amigo. A turma, como sempre, animada. A comemoração começou na sexta. No sábado, era para ser a festa oficial. E foi! Muita gente animada junto. Música, papo bom, risadas, comida deliciosa, dança, muita dança. Ao mesmo tempo, algumas dr's dos casaizinhos, mas nada que estragasse a alegria. Num canto, alguns meninos jogando truco. No outro, uma bela caipirinha sendo preparada. Detalhes que não saem da mente. Foi tão legal que terminou, ou na verdade, deu um pause lá na padaria, entre 7h e 8h da manhã. Pão de queijo e um belo suco de laranja. Os meninos nos deixaram lá em casa (que por sinal estava em reforma e só tinha um colchão no chão) , afinal não somos de ferro né. Dar bom dia para os pais ao chegar cedo (literalmente) é estar em uma corda-bamba onde de um lado tem o risco (de castigo/broncas etc) e alegria (pois estamos bem). Optamos por rir e desarmar todo e qualquer vestígio de conselhos. E os meninos? Bem, só Deus sabe o que eles fizeram até a hora do almoço, quando todo mundo se encontrou novamente. 

Domingo costuma ser um dia bem tedioso e aquele não era diferente. Até que o celular toca. Do outro lado da linha, um amigo falando que estava na casa de alguém (que só ele conhecia), onde havia churrasco e estava ligeiramente interessante. Embarcamos nessa furada. Quatro amigos em um carro, a caminho da casa desconhecida, uma caixa de cerveja no banco de trás, e muita moda sertaneja no rádio. Um quebra-mola à frente, junto com ele a traseira de uma caminhoneta. "CUIDADO" foi o que consegui falar. Rua quase que deserta, bom para o desfio que o nosso best motorista deu. A freada me assustou, por pouco tempo, pois em seguida só conseguimos dar risada. Lá na casa? Lembra que eu disse furada? Pois é. Interessante só para nosso amigo. Para nós, ficamos gratos por lembrarmos de ter levado a cerveja...rs 

À todo bom amigo (a) que fez parte dessas e outras tantas histórias da minha vida. Obrigada!

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