29.6.16

Como Eu Era Antes de Você - Minhas análises (ou nem tão análises assim..rs) !


Desde sábado à noite, quando assisti o tão esperado filme Como eu era antes de você, confesso que comecei a remoer alguns sentimentos que agora eu preciso compartilhar! 

O filme é lindo? É sim. É leve? Também! Tem a dose certa de humor? E como tem! Inclusive ainda estou aplaudindo em pé pois foi bem semelhante ao proposto no livro. O final é de arrebentar com nossos corações? Mil vezes sim! (mesmo quando sabemos o que vai acontecer).  Ou seja, é um filme de "morrer de amores", sim! (eu confesso que amei!)

Mas então, creio que você que esteja perguntando: o que há de errado para você ficar se remoendo?  Nada! Ou talvez (com certeza) são algumas expectativas não realizadas (dizem que o mau das pessoas é criar expectativas, não é?).  Explico: enquanto as minhas amigas comentavam nos grupos de whatsapp o quanto o filme era lindo, o quanto se emocionaram e caíram em lágrimas, eu queria comentar das cenas que não estavam presentes na reprodução cinematográfica. 

Aqui vão algumas das minhas impressões: senti falta de uma Camilla Traynor um pouco mais amarga, como em várias vezes no livro ela foi retratada (no filme achei ela até queridinha demais...rs); a ausência da irmã do Will (tudo bem que nem no livro ela aparecia muito, porém, a discussão que motivou a descoberta da Lou sobre a Suíça envolvia a bendita irmã). Falando na família Traynor, cadê a amante do Steve e o comentário do Will sobre isso? 
(Imagem: Reprodução)

Tudo bem, concordo que as cenas que citei acima não são tão relevantes para o filme. Mas algumas eu creio que deveriam estar, sem sombra de dúvidas! Como o momento em que a Lou "se perde" no labirinto do castelo e como Will a ajuda a se livrar dos fantasmas que assombram o passado dela. Há também a cena da tatuagem. Gente, como assim não tem a cena da tatuagem de abelhinha e do prazo de validade? (ri muito nessa parte do livro). Acredito que, se gravadas, essas cenas seriam lindas (sem contar que poderiam fazer ponte para o possível segundo filme). Outra parte que senti falta foi da mãe da Lou expulsando-a de casa quando ela decide ir encontrar Will na Suíça. Também seria uma cena para reforçar o grau de dramaticidade da história. 

Ok, Karol! Você falou do que sentiu falta. Mas e aí, é só isso? Você escreveu tudo isso só para me fazer perder tempo com sua expectativa frustrada? Não, né, belezuras.  Preciso deixar aqui minha forte "salva de palmas" a Matthew Lewis, que fez um Patrick ainda mais trouxa (Harry Potter feelings) do que no livro; a Brendan Coyle, que ficou muito bem no papel do Bernard Clark, o querido pai sem jeito; a Emilia Clarke, que arrasou nas caras e bocas do Lou (nem parece a mesma de GoT, e olha que nem assisto); e, logicamente, Sam Caflin (eterno Finnick <3) que mostrou ser um ótimo ator e lindo até mesmo fazendo aquela careta ridícula ao conhecer a Clark.

De modo geral, temos um filme lindo, com um enredo que costuma ser garantia de sucesso (lembram de A Culpa é das Estrelas ?), diz que é drama mas apresenta de maneira brilhante o humor e propõe, ainda, uma reflexão sobre a própria vida e as decisões que tomamos (isso é ainda mais claro no livro). Pois bem, temos cerca de 1h50 de um filme leve e muito agradável.

Se você conhece a história por cima, sugiro que faça leitura (ou se não gostar tanto assim de ler, confira o filme...rs).

Até a próxima!


 




(Imagem: Reprodução)

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Desenvolvimento por: Mariely Abreu | Todos os direitos reservados ©. voltar ao topo